PADRÕES DE NORMALIZAÇÃO

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Backbone
No contexto de redes de computadores, o backbone (backbone traduzindo para português, espinha dorsal, embora no contexto de redes, backbone signifique rede de transporte) designa o esquema de ligações centrais de um sistema mais amplo, tipicamente de elevado desempenho.
Por exemplo, os operadores de telecomunicações mantêm sistemas internos de elevadíssimo desempenho para comutar osdiferentes tipos e fluxos de dados (voz, imagem, texto, etc.). Na Internet, numa rede de escala planetária, podem-se encontrar hierarquicamente divididos, vários backbones: os de ligação intercontinental, que derivam nos backbones internacionais, que por sua vez derivam nos backbones nacionais. Neste nível encontram-se, tipicamente, várias empresas que exploram o acesso à telecomunicação — são,portanto, consideradas a periferia do backbone nacional.
Em termos de composição, o backbone deve ser concebido com protocolos e interfaces apropriados ao débito que se pretende manter. Na periferia, desdobra-se o conceito de ponto de acesso, um por cada utilizador do sistema. É cada um dos pontos de acesso (vulgarmente referidos como POP’s) que irão impor a velocidade total do backbone. Porexemplo, se um operador deseja fornecer 10 linhas de 1 Mbit com garantia de qualidade de serviço, o backbone terá que ser, obrigatoriamente, superior a 10 Mbit (fora uma margem especial de tolerância).
Dos protocolos tipicamente utilizados destacaram-se o ATM e Frame Relay, e em termos de hardware, a fibra óptica e a comunicação sem fios, como transferências por microondas ou laser.
Atualmente, aprincipal tecnologia usada nas redes de transporte é a SONET / SDH, embora outras tecnologias, como a Carrier Ethernet, estejam a ser investigadas.

FACULDADE MAURICIO DE NASSAU
TÉCNICO EM REDES DE COMPUTADORES

Padrões de Normalização: EIA/TIA,
ISO/OSI e IBCS.
O que é Backbone?

EZEQUIAS ALVES DE LIMA
TURMA: MF SALA: 306
MAT: 01131007

RECIFE
2014EIA/TIA

TIA/EIA-568 foi desenvolvida através dos esforços de mais de 60 organizações que contribuem incluindo fabricantes, usuários finais e consultores. O trabalho sobre o padrão começou com a Electronic Industries Alliance (EIA), para definir padrões para sistemas de cabeamento de telecomunicações. EIA concordou em desenvolver um conjunto de normas, e formou o comitê TR-42, com nove subcomissõespara executar o trabalho. O trabalho continua a ser mantido pelo TR-42 dentro da Telecommunications Industry Association.
A primeira revisão da norma, TIA/EIA-568-A.1-1991 foi lançado em 1991 e foi atualizado em 1995. As exigências colocadas em cima de sistemas de cablagem comerciais aumentou dramaticamente ao longo deste período, devido à adoção de computadores pessoais e redes de comunicação dedados e avanços nessas tecnologias. O desenvolvimento de alta performance par trançado cabeamento e a popularização de fibra óptica também dirigiu mudança significativa nos padrões, que acabaram por ser substituídos pelo conjunto TIA/EIA-568-B atual.
568A ou 568B, que padrão usar?

Há quem diga que não é necessário padrão algum para montar cabos de rede. De certa forma, estas pessoas estãocertas, afinal de contas, basta que cada uma das pontas do cabo tenham seus respectivos conectores montados da mesma forma1.
Porém, as padronizações nasceram da necessidade de se evitar ruídos e perda de performance nas transmissões de dados e voz. Sim, um cabo montado de qualquer jeito, sem padronização, pode sofrer com interferências que podem pôr a perder a conexão. O motivo é que determinadosfios não podem estar muito próximos uns dos outros dentro do conector.
É por isso que cabos montados fora de padrão podem não chegar a atingir a distância máxima da especificação, que é de 100 metros ou apresentar muitos erros na transmissão de dados.
Basicamente, existem dois padrões de montagem de conectores: o 568a e o 568b (veja figura acima).
Muitos defendem que um é melhor que o outro. Na…